Espaço voltado para instrutores de pilates discutirem assuntos ligados ao dia-a-dia da profissão
Você trabalha com Pilates?
Um blog que surgiu do interesse de três colegas de profissão, profissionais de adoram o que fazem e não se cansam de trocar experiência, discutir o porquê de cada coisa, aprender e melhorar a cada dia nosso ofício. Junte-se a nós, apresente sua opinião de como você trabalha com o pilates, interaja.... será um prazer trocarmos nossas experiências!
27 de ago. de 2012
22 de ago. de 2012
20 de ago. de 2012
19 de ago. de 2012
14 de ago. de 2012
Curso Pilates em Curitiba
Nossa empresa cresceu, multiplicou-se e está se espalhando por todo o território nacional.
Estamos a 1000 e em breve divulgaremos as novidades.
A de hoje é a divulgação do nosso curso com o parceiro de Curitiba,
6 de ago. de 2012
Pilates com arte n3
Encontramos mais uma imagem que acreditamos que seja da mesma Equipe do post
Divina não?
Por Ge Gurak
1 de ago. de 2012
Pilates é tudo isso?
É bom ver o pilates sendo discutido em grandes mídias. Esta semana a Folha de São Paulo, no caderno de Equilíbrio e Saúde dedicou algumas páginas ao nosso querido método.
Ficamos felizes em ver amigos e bons colegas defendendo o pilates. Segue abaixo partes da matéria que encontramos disponíveis na internet

31/07/2012 - 05h00
Sucesso do pilates abafa riscos e limitações do método
IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO
Dor nas costas, barriga, sedentarismo? Seus problemas acabaram: faça pilates.
A propaganda do método desenvolvido pelo alemão Joseph Pilates (1883-1967) não é tão explícita assim, mas o pacote de benefícios colou no imaginário popular.
O sucesso é explicado por uma feliz combinação de fatores, a começar pelas qualidades da técnica. O pilates tem uma gama enorme de exercícios, adaptáveis a diversas condições físicas e objetivos, que organizam a postura e servem tanto para reabilitação quanto para a conquista de boa forma.
As qualidades foram incensadas por bonitos e famosos, atraindo investidores do mercado da malhação.
"No início da onda [do pilates], os equipamentos eram muito caros, então as empresas entraram com um marketing pesado para reforçar as vendas. Virou moda e se expandiu numa quantidade absurda", diz o fisioterapeuta carioca Leonardo Machado.
A moda não passou: iniciada há mais de dez anos, a curva de crescimento continua.
Segundo Léo Yamada, sócio do Grupo Metalife, que oferece aparelhos, consultoria e cursos de pilates, o negócio cresce 20% ao ano. "Nosso grupo, que abastece até 30% do mercado, está vendendo 5.000 estúdios por ano." Há cinco anos, o número de vendas girava em torno de 1.500, segundo ele.
A demanda também cresceu porque ficou fácil montar estúdio de pilates. "Com uma área pequena e investimento a partir de R$ 35 mil, a pessoa consegue começar seu negócio", afirma Yamada.
Com o crescimento rápido, vieram os efeitos colaterais. "Os estabelecimentos precisam de professores para 'começar ontem' e os profissionais têm que estar prontos 'amanhã' para trabalhar. Aí surge formação por vídeo, curso de final de semana...", diz Alice Becker, pioneira na formação de instrutores no Brasil e uma das criadoras da Aliança Brasileira de Pilates.
No Brasil, a profissão não é regulamentada, mas há padrões internacionais que servem para checar a qualificação do professor: ele deve ter feito um curso de 400 a 450 horas, incluindo aulas práticas com os aparelhos principais: trapézio, "reformer", cadeira e barril. Para saber, só perguntando ao professor onde ele se formou e se informando sobre a escola.
PÚBLICO DE RISCO
A formação deficiente é a primeira sombra no cenário maravilhoso atribuído ao método. "Todo mundo quer fazer achando que é indicado para tudo, sem avaliação, sem profissional habilitado. Esse pilates malfeito vai acabar queimando o filme do bom pilates", teme a fisioterapeuta Janaína Cintas, que tem especialização no método e em outras técnicas.
Por enquanto, o potencial do pilates faz o público apostar em suas vantagens. "O método é tão consistente que até quem não tem boa especialização faz algum sucesso, mantém seus alunos. Mas isso pode causar problemas", diz Alexandre Ohl, coordenador de pós-graduação em pilates na Unip (Universidade Paulista) e professor da Bodytech de São Paulo.
O risco aumenta porque justamente a população com problemas (dor na coluna, osteoporose, sedentária) é a mais atraída pelo método, que tem sido usado e indicado para tratar a saúde.

A advogada Luciana Serra Azul Guimarães, 38, estava havia cinco anos parada, com dores lombares. "Estava certa de que o pilates era a opção ideal para mim", conta.
No primeiro estúdio em que foi, fez uma aula experimental e só não começou a prática por falta de horários. Sorte dela: uma avaliação com fisioterapeuta identificou que o seu problema seria agravado pelos exercícios de pilates.
"O método é utilizado para tratamentos de coluna, mas há casos em que pode aumentar a dor e agravar a lesão", diz o ortopedista Bruno de Biase, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Só depois de tratar seu problema com outras técnicas, Luciana foi liberada para fazer pilates.
"A proposta do pilates é interessante, mas começaram a oferecer mais do que podem dar: faça pilates e você não vai ter mais dor nas costas, vai ganhar a flexibilidade de um bailarino e o corpo da Madonna. As coisas não funcionam desse jeito", diz o fisioterapeuta Leonardo Machado.
27 de jul. de 2012
23 de jul. de 2012
20 de jul. de 2012
Overball, smallball, soft gym em uma aula de pilates
Se você é um daqueles instrutor que acaba usando a bola pequena apenas para ativar a musculatura interna dos membros inferiores, que tal novas sugestões de trabalho?
Este pequeno acessório, que pode ser chamada de inúmeras formas, possibilita uma gama muito grande de exercícios, ele pode servir de apoio, mas também pode intensificar e desafiar a execução dos mais diversos movimentos.
Inspire-se neste vídeo e na matéria abaixo, pois utilizam o acessório de maneiras bem criativas
Este pequeno acessório, que pode ser chamada de inúmeras formas, possibilita uma gama muito grande de exercícios, ele pode servir de apoio, mas também pode intensificar e desafiar a execução dos mais diversos movimentos.
Inspire-se neste vídeo e na matéria abaixo, pois utilizam o acessório de maneiras bem criativas
17 de jul. de 2012
12 de jul. de 2012
Dicas para escolher um curso de formação
Confesso para vocês que sou uma incentivadora para profissionais da área de saúde investirem em um curso e começarem a atuar nesta área, que está carente de profissionais. E quando convido, estes profissionais alegam que procuraram algumas informações, mas ficaram muito perdidos por qual empresa fazer sua formação. Principalmente, uma vez que hoje em dia os valores de formação podem variar de R$ 1.000,00 a R$ 30.000,00 em média.
Sugiro a seguinte sequência:
- Seja aluno/cliente de Pilates. Procure vivenciar o método (melhor se puder experimentar com diversos profissionais e de escolas diferentes). Se você se identificou, passe para a próxima etapa, se não, melhor você não investir o seu tempo e energia com isso. Procure outra modalidade que te cative, pode ter certeza que vai ser muito mais fácil de você encontrar energia para sair da cama todas as manhãs.
- Gostou? Ficou encantando e já praticou por um período, agora você já está apto a começar a informar-se sobre as diferentes opções de cursos. Pergunte para os profissionais que te atenderam qual foi a empresa em que ele se formou, quais foram os pontos positivos, quais os negativos e o que ele conhece do mercado atual. Incluindo também, quais empresas eles indicam.
- Converse com pelo menos cinco profissionais que já estão atuando na área por pelo menos três anos. Perceba pontos positivos na atuação de cada um deles e, procure as empresas indicadas e entre em contato.
- Se houver possibilidade visite as empresas prestadoras de cursos, peça para conhecer o material, os instrutores que estão conduzindo o curso e realize pelo menos uma aula com estes instrutores. Não feche na primeira, obtenha parâmetros e depois se decida.
Encontramos muitas diferenças nos cursos oferecidos pelo país, de uma forma muito breve e resumida eu dividiria em duas categorias:
- Empresas que estão ligadas a grandes e importantes multinacionais ou que possuem um respaldo internacional pelos condutores/proprietários destas empresas de pilates. Normalmente possuem uma formação longa, que varia entre seis meses a dois anos de aula, possuem uma prova no final do curso que exige muito estudo e dedicação por parte dos participantes e que te especializa para os mais diversos tipos de atendimento (da reabilitação ao fitness), trabalhando com os exercícios originais e muitas opções de progressões e regressões de cada exercício do método. Tem horas de estágio de observação e prática como item obrigatório.
- Empresas que possuem uma estrutura de curso mais enxuta. Variam de 1 a 4 finais de semana de curso (na maior parte dos casos 6 dias de aulas). Este tipo de curso, apesar do cliente finalizar com uma certificação, são um ponta pé inicial para a entrada no método. Engana-se o profissional que achar que após um ou dois finais de semana de aula pode iniciar com atendimentos. Você até pode trabalhar com o método mas se foi a sua primeira experiência com pilates, um grande estágio (primeiro somente de observação e depois de início de práticas) vai ser fundamental.
Escuto outra afirmação:
“Queria muito fazer a formação na empresa X, mas percebi que os valores são muito caros, então foi em fazer Y”.
Perante isso defendo a seguinte ideia: pode ser um caminho mas, se você for um profissional coerente, pode ter certeza que você depois que estiver atuando com o método, vai ter vontade de participar de cursos e workshops destas empresas renomadas, pois conforme você estuda e entra em contato com a prática diária do método, vai perceber que precisa de mais informações, vai querer uma base sólida ou vai querer conhecer maneiras diferentes de trabalhar com o método.
O ponto crucial talvez seja: qual é a possibilidade de investimento que você poderá ter para entrar nesta área. Cada uma das opções tem seus pontos positivos e negativos. Não é minha função defender uma ou outra escola, principalmente porque também trabalho com cursos e consultorias dentro do método (as fotos quem estampam este post são da nossa equipe atuando em cursos).
Acredito que seja necessário uma avaliação coerente para a escolha da escola. Oportunistas existem em todas as áreas, e existem cursos que nem sempre oferecem as devidas estruturas, ou estão sem regulamentação, com muitos alunos inscritos e pouca disponibilidade de vivência com o método, que dizem que a formação é de x horas, mas na verdade oferecem menos da metade, entre outros detalhes preocupantes. Então você como cliente deve fugir deste tipo de empresa.
Para finalizarmos e como faço parte de uma Aliança Brasileira de Pilates, gostaria de indicar um texto. A ABRAPI é uma associação sem fins lucrativos, destinada a congregar pessoas físicas (e não empresas), que exerçam funções especializadas do Método Pilates estimulando seu aprimoramento, a multiplicação dos conhecimentos e a investigação científica relacionada ao método.
Importante salientar também que a Aliança pretende orientar e esclarecer a sociedade em questões relativas ao método Pilates bem como representar os interesses dos instrutores associados frente às entidades fiscalizadoras das atividades afins e aos conselhos de classes dos profissionais que a constituem.
Cabe dizer ainda que não é finalidade da ABRAPI atestar ou validar cursos de formação, material didático e equipamentos de Pilates.
Ficou com dúvidas? Escreva para a gente (ggurak@hotmail.com)
Até breve,
Ge Gurak
Texto desenvolvido para o Portal Negócio & Fitness
9 de jul. de 2012
5 de jul. de 2012
Lesões do Ligamento Cruzado Anterior e Pilates
O ligamento cruzado anterior do joelho (LCA) encontra-se conectado à porção póstero-lateral do intercôndilo do fêmur e também à porção anterior à espinha da tíbia. Tem como função estabilizar, controlar a cinemática e prevenir rotações e deslocamentos anormais da articulação do joelho. Desta forma, é o LCA que trabalha evitando a rotação tibial, a angulação varo-valgo e, principalmente, a translação anterior da tíbia em relação ao fêmur.
Observando
a ação do LCA, devemos fazer algumas considerações antes de escolher o
repertório de exercícios a serem realizados.
Exercícios
em cadeia cinética fechada tem menos
probabilidade de gerar uma translação anterior da tíbia, pois a força é
dissipada entre várias articulações dos MMII. Em cadeia cinética aberta, apenas
uma articulação receberá a sobrecarga total. Além do que, neste tipo do exercício, o
quadríceps, os músculos posteriores da coxa e os glúteos são ativados reduzindo
as forças de rotação da tíbia, que estariam presentes nos exercícios de
cadeia cinética aberta (PEPPARD,2001). Assim, considera-se extremamente
importante o fortalecimento de ísquiostibiais, glúteos e quadríceps para
prevenção e tratamento de lesão de LCA.
As extensões completas de joelho
devem ser evitadas, pois ocorre maior solicitação mecânica do ligamento.
A
realização do trabalho proprioceptivo
será indispensável, uma vez que estimulamos os mecanorreceptores geramos uma
resposta mais rápida em situações inesperadas, que muitas vezes envolvem
torções, por exemplo, pisar em buracos, cair de escadas, etc.
O alongamento
dos rotadores externos do quadril também é importante, pois quando
encurtados geram a rotação externa do fêmur, tensionando o LCA (Hewet. T,
2010).
A análise postural será indispensável para
identificar qual o mecanismo que lesionou o LCA. Sendo um geno valgo, por
exemplo, deve-se seguir as orientações para isso, como alongar e fazer
liberação miofascial da banda íliotibial, bíceps femural, pectíneo e grácil e fortalecer tensor da
fáscia lata e rotadores externos.
É
interessante liberar as fáscias das estruturas encurtadas para fortalecer na
sequência seus antagonistas, evitando a tensão oposta.
Exercícios indicados dentro do
método Pilates:
- Footwork com apoio dos pés do
balance disc ( com suporte da prancha de saltos);
- Ponte sobre a bola com
dissociação de MMII (flexionando e estendendo os joelhos);
- Agachamentos com auxílio da
barra torre do Cadillac e também utilizando acessório de equilíbrio;
- Side kick series;
- Alongamento de MMII passivo
estático com as alças de pés do reformer (unilateral)
- Liberação miofascial com o
rolo;
Devemos
sempre tomar muito cuidado ao lidar com patologias do joelho, pois é uma
articulação de grande sustentação corporal e suas disfunções geram compensações
por toda a estrutura corporal.
Por Viviane Vales
2 de jul. de 2012
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