Um blog que surgiu do interesse de três colegas de profissão, profissionais de adoram o que fazem e não se cansam de trocar experiência, discutir o porquê de cada coisa, aprender e melhorar a cada dia nosso ofício. Junte-se a nós, apresente sua opinião de como você trabalha com o pilates, interaja.... será um prazer trocarmos nossas experiências!

2 de abr de 2011

Pilates para Bailarinos

É muito comum a divulgação dos benefícios do Método Pilates para todos os publicos, de sedentários à atletas, de bailarinos à idosos, .... mas como proceder quando nos aparecerem estes alunos especias?
O tema desta postagem surgiu depois que tivemos que assumir aulas de pilates para bailarinos profissionais e para adolescentes que fazem aulas de ballet. 
As opiniões são controversas. Uns afirmam que a coluna e pelve devem ficar neutras (prática que buscamos para nossos alunos em aulas normais de pilates, seja no mat ou em aparelhos no studio) outros defendem que as características da modalidade em questão devem ser mantidas já que estamos falando em colher benefícios para o objetivo em si, neste caso queremos que os bailarinos melhorem sua performance no palco. Mas enquanto discustimos sobre isso, encontramos alguns vídeos interessantes sobre este tema.


Neste primeiro uma série feita por uma bailarina em ponta na prancha de saltos do reformer

E os próximos são vídeos de aulas que misturam o pilates com o ballet. Algumas inspirações bacanas outras questionáveis e merecedoras de uma bom bate-papo sobre o tema. 




A discussão está aberta. Qual sua opinião? Você já atendeu clientes com estes objetivos? 
E como você procedeu? Atingiu os objetivos?

 Por Ge Gurak (ggurak@hotmail.com) e Renata Giosa (renatagiosa@hotmail.com)

2 comentários:

  1. É interessante pensar no movimento específico do bailarino profissional. Acredito que se o bailarino ainda atua profissionalmente, devemos colaborar para a melhora da execução dos movimentos do ballet. Tive uma experiencia com uma ex-bailarina profissional, e com ela desenvolvia um trabalho de descompensação das estruturas. Não era mais necessário o movimento especifico. Por outro lado, sabemos que todo bailarino sofre com compensações e mesmo atuando profissionalmente, devemos preveni-las. Esse é um grande desafio.

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  2. Penso, que como em uma reabilitação, devemos chegar o mais próximo possível, dentro dos limites do método, da função ou avd`s dos nossos alunos. O que pode ser muito complicado nos casos onde suas funções ou avd´s são tão compensatórias, como no ballet. É um grande desafio, mas pode ser enriquecedor.

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